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Escritórios ou empresas?

Jefferson Lemos


(...) atualmente, escritórios de advocacia também necessitam funcionar como empresas que atuam em um mercado extremamente competitivo, cada vez mais globalizado, e sofrem pressões de todos os tipos para aumentar o faturamento, reduzir os custos e ampliar os lucros. "É uma consequência natural de lidar com empresas no dia-a-dia, sejam elas concorrentes, fornecedoras ou, principalmente, clientes. Mesmo que os clientes sejam pessoas físicas, trabalham em alguma empresa ou se relacionam, diretamente, com elas como usuários de serviços ou consumidores. Estão acostumados a esse tipo de relação. É o que chamo de espelhamento empresarial", analisa o consultor Marco Antonio P. Gonçalves, membro da Legal Marketing Association (LMA), da Association of Legal Administrators (ALA) e do grupo de debates Marketing Jurídico Brasil.

O consultor Marco Antonio Gonçalves ressalta que é preciso também arrumar a casa antes de partir para mudanças. "É fundamental que se adquira software de gestão que realiza o controle das principais atividades de um escritório de advocacia e seja adequado aos diversos portes de escritórios. Ele é que vai reunir todas as informações sobre o funcionamento do negócio. A partir dessas informações, é que se produzirão as análises", explica.

Sobre o artigo

Veiculada na publicação:
  • Advogados Mercado & Negócios [Jan-Fev/2008]

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