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O estado do marketing jurídico na América Latina

Marco Antonio P. Gonçalves & Silvia Hodges


O estudo completo em português (43 páginas), patrocinado pela Legal Marketing Association (LMA), foi lançado em fevereiro de 2008 e encontra-se disponível para download em formato PDF:

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Introdução

O marketing jurídico inquestionavelmente se tornou um fenômeno internacional. Enquanto alguns consideram que o “marketing” sempre esteve presente na advocacia, sendo definido como uma combinação de ações que devem preceder as atividades de vendas, os últimos 30 anos presenciaram o advento intencional e formal do marketing jurídico.

Mudanças globais de ordem política, econômica, social e tecnológica como, por exemplo, desregulamentações, aumento das expectativas dos clientes e novas tecnologias de processamento de informação resultaram em mudanças significativas no mercado altamente competitivo, o que tem forçado advogados e escritórios de advocacia a competirem de novas maneiras. A conduta e abordagem tradicionais não mais garantem sucesso e sobrevivência. A adoção de uma forte orientação ao cliente e o conhecimento da concorrência são fundamentais para o sucesso de um escritório nos dias atuais. Daí a idéia de ativamente desenvolver o marketing de um escritório ter se espalhado rapidamente pelo mundo, apesar da conhecida aversão da maioria dos advogados ao tema.

Muito já foi escrito sobre a adoção do marketing jurídico por escritórios de advocacia nos EUA e no Reino Unido, mas pouco é conhecido sobre o estado do marketing jurídico em outras regiões como, por exemplo, a América Latina. Para ajudar a esclarecer a situação na região, a Legal Marketing Association (LMA) comissionou a realização de uma pesquisa junto aos escritórios de advocacia das sete maiores economias da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela.

O presente estudo tem a intenção de fornecer aos escritórios latino-americanos e estrangeiros um panorama do status quo do marketing jurídico em uma região que, freqüentemente às sombras do desenvolvimento econômico na China e na Índia, atingiu um produto interno bruto (PIB) de US$ 2,95 trilhões* (cerca de 10% a mais que a China) e uma população de 546 milhões segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

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